sábado, 16 de janeiro de 2010

Corrido Tempo

Achei o poema mas não riam, por favor.  Escrevi esse poema em 1991, estava no 2o. ano do Segundo Grau, com 16 anos.  Não é um poema super cabeça ou lindo mas já mostrava minha preocupação com o tempo.

Aí vai...

Corrido Tempo


Tempo, quão ingrato és tu
Tu passas sem esperar nada
Nada nem ninguém
Ninguém consegue te parar


Corre mais rápido que os rios
Intrépido como o vento
Vento como o tempo
Tempo que some como fumaça


A neve derrete e some
Some, vira água,  e o tempo?
O tempo não espera.


Esperar, por quê esperar?
Poderoso como és, tudo pode
Pode passar sem esperar.


Renata Chagas - 1991

Depois postarei o capítulo do livro...  Esperem...

Um comentário:

  1. Esse texto me fez lembrar do nosso papo cabeça ... Tempo que passou, está passando e o que irá passar. O amanhã já está pronto, desde quando não sabemos. E a corrida começa em outra vida para tentar mudar alguma coisa, mas tem vezes que não conseguimos. Sabe que estava pensando, até que o tempo é bem amigo. Temos o tempo do ontem, hoje e amanhã ... Isso quer dizer que ... O que já foi pode ser mudado antes de acontecer ... "de novo" vamos dizer assim ... pescou???? rsrs ... Sinistro!!! bjs

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