Bom dia! Estou reativando meu blog com o visual e o nome alterados mas com o mesmo objetivo, conversarmos sobre a vida e o que importa. Vamos papear um pouco?
Estive pensando muito
agora pela manhã o quão engraçado é o fato de prometer coisas aos outros ou a mim
mesma. Coisas que não tenho nenhum
controle e, consequentemente, não sei se poderei cumprir a promessa.
Penso muito isso em
relação a filhos, na verdade penso isso em relação a tudo, mas, principalmente, em relação a eles. Todas as vezes na
minha vida em que passei por algum momento ruim (entenda-se por ruim algo que
eu não gostaria de estar passando mas que de alguma forma era o momento
perfeito para aquele presente), prometia para mim mesma que meus filhos não
passariam por aquilo (mesmo antes de tê-los), que eu faria de tudo para que
eles não sofressem o quê eu estava sofrendo e blá blá blá. Ufa, cansa só de lembrar, imagina cumprir essa
promessa feita para mim mesma. E aí, vem a realidade da coisa, não tenho
controle sobre absolutamente nada a não ser o que estou fazendo agora, tenho
controle sobre o que escrevo, mas nenhum controle sobre o que as pessoas
entenderão quando lerem ou até se alguém vai ler.
Preciso aprender que
está tudo bem mesmo assim. Como posso
achar que tenho como controlar o que meus filhos passarão na vida, o que
acontecerá com eles se, desde bebezinhos, coisas acontecem sem que tenhamos
nenhum controle. Eles adoecem, caem e
não controlamos essas coisas o tempo todo.
Mesmo assim dói. Muito.
Com esse pensamento
todo percebi que sou controladora, rs, e não estou deixando a vida fluir. Dessa forma não permito que o universo flua
através de mim porque estou tentando controlar o que não posso e não devo, a
dança da vida.
Impossível controlar o
passado, que já aconteceu, e deve servir apenas como aprendizado. Mas não, me apego a ele como um talismã e não
solto, não deixo ir. Se foi bom, me
pergunto por que não estou vivendo aquilo ainda, em que momento me perdi
daquele caminho. Se foi ruim, por que
deixei que aquilo acontecesse daquela forma e não mudei a direção dos
acontecimentos. Tudo inútil. O que foi, foi e não poderia ter sido
diferente porque eu era daquele jeito e precisava passar por aqueles aprendizados que não acontecerão da mesma forma novamente.
Se acontecerem, é porque ainda não aprendi o que precisava com aquela
situação.
Agora é o momento em
que devo estar. Esse momento presente,
que é o único tempo-lugar em que posso estar e posso fazer a diferença na minha
caminhada e, independente do que houver agora, o momento presente é sempre
perfeito para a minha vida. Ele traz
exatamente o necessário. O resto é o
resto.
Só a idade a experiência da vida vai nos dar essa sabedoria,hoje eu não quero controlar nada e ninguém ,dá muito trabalho,já chega eu ter que controlar a mim mesma.
ResponderExcluirTia, você está certa. Nada melhor do que o tempo para termos todas as respostas, ainda mais no que diz respeito as nossas experiências. Obrigada pela visita aqui no blog. Bjs
ExcluirQue bom Re! Torço para isso, sempre maravilhosa c as palavras e pensamentos. Vou te acompanhar! Manda ver! Bjs
ResponderExcluirAna Paula
Polinha, é você? Não apareceu sua foto. Lembra como formávamos uma dupla genial com as palavras? Muito bom você ter passado por aqui. Obrigada pelo carinho. Bjs
ExcluirQue bom Re! Torço para isso, sempre maravilhosa c as palavras e pensamentos. Vou te acompanhar! Manda ver! Bjs
ResponderExcluirAna Paula
Que maravilha! Vamos fazer nossa parte e deixar que o Universo faça um bom trabalho (é o que ele faz de melhor). Deixemos que o Universo nos surpreenda com realizações que, em algum momento, criamos através de nossos pensamentos. Adorei! :)
ResponderExcluirQue maravilha! Vamos fazer nossa parte e deixar que o Universo faça um bom trabalho (é o que ele faz de melhor). Deixemos que o Universo nos surpreenda com realizações que, em algum momento, criamos através de nossos pensamentos. Adorei! :)
ResponderExcluirObrigada minha irmã linda... Eu te amo!
ResponderExcluirPrima, boa reflexão. O mais importante está fazendo, refletindo, e buscando a evolução. O importante é tomarmos consciência de que se o passado influi no presente, ele não é, de fato passado. Então precisamos trabalhar o presente, ressignificar, e repensar em como aquele "passado" está "mexendo" com a gente, porque ainda mexe, como lidar com ele para deixá-lo ir realmente pro passado. E conseguirmos viver o presente e partir pro futuro... lembrando que não se recupera tempo perdido, vida que segue. Beijos!
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